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Quer vender para brasileiros? Invista no mobile!

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Que o crescimento da publicidade em celulares e tablets é sem volta, não há a menor dúvida. A novidade é que o Brasil se destacou no estudo desenvolvido pela PwC que comparou o comportamento de quatro outros mercados potenciais para o uso de publicidade móvel: EUA, Grã-Betanha e China. O brasileiro é o mais engajado em atividades móveis.

Que o crescimento da publicidade em celulares e tablets é sem volta, não há a menor dúvida. A novidade é que o Brasil se destacou no estudo desenvolvido pela PwC que comparou o comportamento de quatro outros mercados potenciais para o uso de publicidade móvel: EUA, Grã-Betanha e China. O brasileiro é o mais engajado em atividades móveis, o mais interessado em interagir com a publicidade móvel e o mais propenso a permitir o acesso das empresas às suas informações pessoais. Fomos destaque em 15 categorias que utilizam os dispositivos móveis e ainda admitimos que consumimos publicidade através do celular.

O estudo revela, ainda, que a maneira mais aceitável para atingir os consumidores – em todos os países – é por “interesse” e por “localização atual”. A segmentação por palavras-chave acompanhadas por textos, e-mails ou telefonemas é a maneira menos aceitável e só irá irritá-lo, podendo ter efeito negativo sobre as atitudes de marca. Na interpretação dos analistas da PwC, a “invasão de espaço pessoal” está entre as maiores preocupações em relação aos anúncios móveis.

A PwC projeta uma taxa de crescimento anual de 27%  para os gastos com publicidade móvel no mundo, entre 2014 e 2017, pulando de  US$ 15 bilhões em 2014 para US$ 27 bilhões em 2017. Anunciantes e editores devem superar desafios significativos, tento tecnológicos quanto em relação à experiência do usuário, antes que possam maximizar o retorno sobre o investimento de publicidade móvel. Entre os principais desafio está a privacidade dos usuários. As marcas terão que ser criativas e inovadoras, sem correr o risco de serem invasivas. A publicidade móvel deve entregar valor percebido ao consumidor e, muitas vezes, de forma experimental. Contexto e relevância são reis.

Trocando a privacidade pela praticidade

Ou seja, caros amigos da comunicação social, vamos ao que interessa ao povo brasileiro. Não é uma questão apenas de mobile ou lógica capitalista de consumo por aparelhos novos e blá blá blá. É simplesmente uma questão de intervenção social. O mobile é mais consumido porque é mais fácil, porque está no dia a dia e, muitas vezes, nos ajuda a resolver problemas simples e pequenos, problemas corriqueiros, diários. Por isso aceitamos o acesso aos nossos dados pessoais em troca de praticidade. É só isso.

Outra coisa: quem ainda faz textos e peças para a web está na hora de encurtar os espaços e pensar na tela do tamanho da palma da mão.

Fonte: blogmidia8.com

TAGS: mobile, brasil, sites para celulares

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